Saturday, November 12, 2005

Icária

“Em 1380, um marinheiro Veneziano, Niccolo Zeno, a serviço do senhor das Órcades liberta as Feroe dos piratas que as infestavam. Depois passa a Oeste e aí começam as suas viagens. Nalgumas ilhotas primeiro e, a 700 Km da Islândia, onde passou o Inverno, Niccolo Zeno e o seu irmão António atingem uma grande terra, a Engroelândia. Aí encontram, não gelos, mas águas tépidas que banham um fiorde e pequenas ilhas. Numa destas, um mosteiro maravilhoso, no qual os monges possuem celas aquecidas e cultivam frutos e legumes nos seus jardins irrigados por uma nascente vulcânica. Na baía, navegam pescadores com os seus barcos de pele de foca. Mais tarde, na aldeia onde habitam estes pescadores explicam-lhes que navios trazem da Noruega madeira e tecidos. Um velho marinheiro fala aos Zeno de um país, a mil milhas dali, a Estotilândia, no qual naufragou: florestas, pastagens e habitantes que trabalham o ferro, e mesmo o ouro. Um paraíso que Niccolo Zeno nunca alcançará, porque vem a falecer. O tal senhor das Órcades, Saint-Clair assim como António Zeno, irmão de Niccolo, fazem-se ao mar à procura dessa Estotilândia de sonho. Contrariados pelas tempestades, sem astros por onde se possam guiar, errarão de vaga em vaga até atingir uma ilha na qual viam um vale. Repudiados pelos insulares, apenas conseguem saber o nome da Ilha, Icária, e regressam às Órcades. António Zeno volta para Veneza e não tornará mais a sair da cidade da laguna”
http://members.tripod.com/ruipmartins


“Com o agravamento dos problemas sociais pela revolução industrial, a utopia tornou-se não só séria, como urgente. As principais utopias do início do século XIX detalharam planos para um futuro socialista que muitos admiradores tentaram realizar na prática, mesmo se o autor seguia a convenção literária de localizá-la numa terra imaginária: o jornalista francês Etienne Cabet com sua “Viagem a Icária" (1839), tentou sem sucesso a fundação de colônias nos Estados Unidos, na época o país da liberdade e das possibilidades ilimitadas, mas todas elas malograram. Por volta de 1860, o utopismo parecia desacreditado e o próprio termo "utopia" adquiriu a acepção pejorativa de sonho irrealizável, mas foi cultivado por adeptos de Bakunin e outros anarquistas.”
http://geocities.yahoo.com.br/edterranova
http://antonioluizcosta.sites.uol.com.br


“Quando foram trancados no labirinto do minotauro, Dédalus idealizou a criação de asas para escapar voando, e colocou-as com cera nos ombros do seu filho Icarus. Pai e filho iniciaram um vôo nunca concebido até então. O jovem Icarus, deixou de ouvir o conselho do seu pai, que dizia, não voar muito baixo para que as ondas do mar não molhassem a asas, nem tão pouco muito alto, para que o Sol não derretesse as asas. Icarus, por arrogância, foi o mais alto que pôde, até que o calor derreteu a cera que lhe unia às asas e caiu no mar, que desde então passou a se chamar Mar Icário. Seu corpo foi achado nas costas de uma ilha que passou a se chamar Icária. Ali Hércules o encontrou e o enterrou.”
http://usuarios.lycos.es/uliam/zeus.php


“Los caballeros de St. Juan, que tenían su base en Rhodes, ejercieron un cierto mando sobre Icaria hasta 1521 en que el imperio del otomano incorporó Icaria en su reino. El Icarians mató al primer colector de impuesto turco, pero lo manejó de alguna manera escape el castigo. Los turcos impusieron una administración muy floja que no enviaba a ningunos funcionarios a Icaria por varios siglos. La mejor cuenta que tenemos de la isla durante estos años es de la pluma del obispo J. Georgirnees que en 1677 describió la isla con 1.000 habitantes que eran la gente más pobre del egeo. En 1827 Icaria se rompió lejos del imperio del otomano, pero fue forzado para validar regla turca algunos años más adelante, y la parte permanecida del imperio del otomano hasta el 17 de julio de 1912 cuando expelió una guarnición turca pequeña durante la lucha de Icarian para la independencia. debido a las guerras balcánicas, Icaria no podía ensamblar Grecia hasta noviembre de ese año. Por cinco meses del verano, seguía siendo un estado independiente, con sus propias fuerzas armadas, sellos e himno. Estos cinco meses de la independencia eran épocas difíciles. Las materias faltadas los naturales del alimento, estaban sin servicio regular del transporte y del franqueo, y estaban en el borde de la parte que se convertía del imperio egeo italiano. Las enormes bajas sufridas isla en propiedad y vidas durante la segunda guerra mundial y la ocupación alemana e italiana. No hay figuras exactas en cuánta gente murió de hambre, pero en la aldea de Karavostomos sobre 100 fallecidos del hambre. Desde entonces la guerra, la mayoría de los isleños es comprensiva al comunismo, y el gobierno griego utilizó la isla para exiliar a cerca de 13.000 comunistas a partir de 1945 a 1949. A este día, Ikaria se llama el Kokkino Nisi (Griego: Νησί de Κόκκινο), o isla roja debido a este hecho."
http://www.yotor.net


Nikos é um homem com 50 anos.
Nikos constrói sozinho uma pousada junto ao mar.
Nikos não tem pressa de a acabar.
Nikos tem um ar afável.
Nikos tem muitas colmeias que visita de vez em quando.
Nikos tem o melhor mel da ilha.
Nikos convida muitas vezes os amigos para um café em sua casa.
Nikos mora num dos andares já construídos da pousada.
Nikos tem a lareira acesa.
Nikos tem quase sempre a lareira acesa.
Nikos tem sempre o café já pronto.
Nikos tem quase sempre o café já pronto.
Nikos tem duas janelas na sala com cortinas.
Nikos tem uma janela sem cortinas.
Nikos tem uma recordação da Austrália sobre a mesa.
Nikos tem amigos na Austrália.
Nikos tem mapas enrolados ao canto da sala.
Nikos tem de acabar amanhã o quarto do 2º andar.
Nikos tem recordações da mulher e da filha sobre a lareira.
Nikos tem também de passar amanhã por Rahes.
Nikos tinha a mulher e a filha no barco que vinha de Atenas, e que se afundou, já ao largo de Icária, numa tarde, há cerca de 10 anos.
Nikos tem um olhar esmagado.
Nikos nunca trabalha de tarde.
Nikos nunca gostou do mar.
Nikos tem uma janela para o mar sem cortinados
Nikos tem 5 grande binóculos junto a essa janela.....

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Nikos tem a chávena de café quase no fim.


--E já agora, Nikos conheceu uma mulher, um pouco mais nova, que vivia sozinha com um filho muito pequeno. Ela não era da ilha e não sei como a conheceu. Decidiram viver juntos... Quando me vim embora, trazia, de algures, uma pequena cama de madeira na habitual carrinha para a pousada... achei que a informação era importante...--

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